é uma nova manhã, é segunda... friaaaaaaaa
cheia de promessas como tantas outras segundas já findadas extinguidas da memória esmagadas pelo frenezi, o extasê desse paraíso, 7º céu, chamado fim de semana, esse oásis tão desejado onde as promessas se materializam.
domingo pode ser bom, pode ter maionese, pode ter ressaca, pode ter Faustão, domingo também pode não ter ninguém
. à procura de um amigo, de portão em portão, não achei ninguém... quem me acenava era um televisor ou outro sob o véu da cortina, um aceno por sinal barulhento, radioativo e nada saudável, testemunhas oculares minhas de tal feito: churrasqueiras frias ainda exalando ao longe o cheiro de sacrificio.
passeio, já sem anseio, enquanto meu salário não vêm, esse soldo tão ralo quanto sopa, distraído, trópego, rememoro um amor qualquer como letra de canção gasta cujo só reverbero o lá, lá, lá ... até mesmo para o amor eu já perdi o tom, e eu que sempre amei agora só sei ser frio
e ser frio, em dias assim, não me exije o menor esforço 

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