nem sei mais como se faz isso ...
eu poderia te pegar na saída do colégio, fariamos um outro caminho, eu aceitaria um chiclete, à contra-gosto, claro, e então eu jogaria no lixo todo o meu vocabulário, acúmulo do museu que venho sendo à anos, usaria duas ou três gírias 'maneiras' evidentemente que com os dois pés atras ... com certeza estas gírias - gíria não dialeto - já caíram em desuso.
mesmo assim insistiria, ignorando o fone gigante que você usa pra se proteger do quer que eu possa vir a dizer, e você flagraria num intervalo ou outro de qualquer canção barulhenta que mesmo 'nonsense' o que digo soa bem. Abortariamos a viagem no começo, duas cabeças de vento que esqueceram o isqueiro, meia volta volver ... desta vez sem proferir palavra alguma.
recolho-me a tempo de evitar maiores frustrações ...
e quando tudo pareço perdido, num dia fora do tempo, você confessa que o fone estava desligado, que foi divertido ... e que de lá pra cá nunca mais tirou o isqueiro da mochila aguardando um novo convite...
e eu que nem sei mais como se convida ...

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