esbarro diariamente com pessoas reclamando, outras tantas se justificando, se defendendo, e em especial com uma grande maioria que vive se agredindo ... e da agressão que falo aqui não é o tapa dado na cara do outro, do alheio, mas a maior agressão ainda é o abraço guardado, poupado, a mesquinhez de cruzar os braços, negando acalanto ao seu igual
.
padecemos das mesmas dores, sucumbimos igual no intervalo dos sonhos que não temos, no meio da noite não vivida, e mesmo assim reservamos à mão fria o cruel destino de padecer no bolso vazio.
evitamos o papo, engolimos a saliva e partimos pra outra - qualquer outra - que nos prive do mal de hoje, o mal de ser real.
acomode-se numa rede ... numa rede social por aí ...

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