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Apaixonado ... cada hora por algo , vivo de pequenas distrações, coleciono canções, pessoas, passos, enfim, um vasto relicário de ações + reações ... campeão em recordações. já o FUTUROooo... eu deixo todo ELE pra vocês !!!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Ultimo post de novembro

Fito o calendário a pouco mais de um metro a minha frente ... e ufa! ultrapassei-o. Se me dedicasse a revirá-lo, à revê-lo, nem sei o que me seria revelado, talvez nada mais explicito do que o ''nada volta", o "tudo passa" ... não quero reivindicá-lo, nem revolvê-lo, tampouco amá-lo, tchau calendário. Deixo-o pra ter o novo tempo, onde o próximo amará o próximo e o "Ti" reconhecerá o "Ti mesmo".

Havia, sim, revolução naqueles dias, lenta, gradativa mas havia. Ansioso vivia vivo na vespéra do Haverá, esse Sol que tarda o nosso amanhecer.
Entre o hoje do " é assim", vespéra do "assim será", saram-se as feridas que mantenho abertas de propósito, o ar circula, ventila e cura a ferida maior que habita dentro.

[O ultimo post do primeiro dos ultimos novembros.
O primeiro post do ultimo dos primeiros novembros]

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Paixão no nome

Apareceu, custou mas o fez. Simplesmente surgiu, deu o ar de sua graça - um termo um tanto sem graça que é usado por aqui - mas surgiu calada, tão mais calada que eu, fez que me viu, só pra ver se cá essa carranca talhava-lhe um sorriso. Como disse, fez que me viu mas me desconheceu... nesse desconhecer ficou explícito que a reconheci. Isso de encarar-me calada, de fazer-me de tonto, de deixar-me grilado com a cabeça em parafusos e uma paz desastrada... isso: é dela, isso tudo, toda a confusão, é dela !

Pra deixar-me ainda mais confuso, nos surge um acaso. Acaso desses, mais míseros do que meros, acaso esse que pôs minha mão em contato com a sua. Ah, se ela estivesse atenta veria o pulsar do meu pulso e certamente não abusaria desse reloginho que acelera espírito & alma. Tenho um coração , tenho coragem pra manter um ...

Mãos, costas nuas, perfume ... declarações das quais o sereno em vão testemunha e reconhece melhor que eu, que você, que o nascer do Sol impiedoso as mata, ficam algumas marcas, mas, do gosto do beijo pouco sobra, só nos sobra saber, desencargo de consciência ou mera oficina de operários ociosos, rememorar o gosto.
Quando enfim o dia reconhece: não houve gosto algum, só houve o gostar.

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