MENTIRA!
acredito caio deslizo, derreto na cadeira, me atrevo, tato-a me calo celebro-a e saio em meia volta só pra ver se a perco de volta e imploro que o acidente , como o acidente primeiro, me atire sobre ela num sútil tropeço. Me encuco, grilo, anseio sigilo, já não escancaro o que quero, pois meu querer já não é claro... mas claro, anseio tê-lá, mas, já não reparo... os brincos. São os mesmos que admirei outrora? Levo essa dúvida e outra e uma da mais antiga desperta, me ganha, invade, alvoroça... um meio abraço . Aquele abraço, derreto, escorrego,assim como as palavras, escapo ... escapo cedo. Cedo, tempo de ainda escapar com vida, a minha vida a minha primeira, a minha segunda... feira.

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